O jornalista André Trigueiro é autor de "Espiritismo e Ecologia", publicado pela Editora FEB. Publicarei em breve algumas notas sobre o tema "ecologia social" e sua relação com o "pensamento social espírita".
Um grupo de aprovados no último Concurso do INCA (Edital 059) - grupo o qual me incluo junto com minha esposa - anda movimentando-se no intuito de impedir o que seria uma suposta intenção da atual Presidência do Instituto em manter a Equipe de Terceirizados (em descato a determinação do TCU) e não cumprir com a nomeação dos aprovados nem tão pouco com a distribuição de mais 1.129 vagas aprovadas para o Cadastro da Reserva aprovada pelo Lula e publicada em Diario Oficial de 01/07 lei 12.279/10 que vem atender uma determinação do Tribunal de Contas da União (TCU) para substituição de terceirizados que atuam no Inca.
Segundo informações divulgadas pelos concursados, a Condsef e a Afinca "questionam a convocação de uma audiência pública no Senado para discutir a prorrogação de contrato desses trabalhadores". A direção do Inca, entretanto, tem defendido a permanência dos terceirizados alegando que os novos concursados não possuem experiência necessária para assumir suas funções no instituto.
Este argumento, segundo a Condsef, "desmoraliza os concursados - aprovados em provas e títulos, fique claro! (grifo deste blogueiro) - e questiona a capacidade dos candidatos que passaram de forma idônea no concurso, desafia a autoridade do TCU como órgão que fiscaliza ações do governo".
O Ministério da Saúde disse que está fazendo sua parte e deve fazer gestão para que o Planejamento promova a redistribuição de vagas. Os concursados que aguardam nomeação também reforçam essa luta atuando em outras frentes e estão buscando seus direitos procurando o Ministério Público e Tribunal de Contas.
Com a palavra o Ministério Público e o Tribunal de Conta!
Toda vez que vejo alguém falando sobre educação me pego pensando no Senador Cristovam Buarque e sua saga quase solitária em busca de uma reforma profunda no sistema educacional brasileiro.
Segundo o jornal, o desgovernador Sérgio Cabral "arrecadou R$ 4,7 milhões - 47 vezes o que foi arrecadado pelo segundo colocado nas pesquisas, o deputado Fernando Gabeira (PV), e mais do que os candidatos à Presidência José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV)."
Cabral entretanto nega-se a revelar a origem das doações. O que não é difícil entender. Afinal, informar quem são os doadores implica em dizer que alguns deles têm motivos de sobra para isso.
Resta saber se os outros candidatos saberão explorar isso nos debates.
O livro eletrônico precisa custar menos Com a economia que faz ao comprar um e-book, o cidadão tem de comprar 241 obras para quitar a tabuleta
Folha de S. Paulo - 01/08/2010 - Elio Gaspari Primeiro a boa notícia: chega nas próximas semanas ao mercado brasileiro a tabuleta leitora de livros Alfa, do Grupo Positivo. Ela se junta ao Cool-er, da editora Gato Sabido. Agora a má notícia, quase péssima. Os preços estão salgados. O Alpha custará em torno de R$ 750,00 (US$ 416), o preço do Cool-er. Um ano depois da disseminação das tabuletas americanas, a comparação é humilhante. O Kindle baixou para US$ 139, e os demais ficam um pouco acima disso. O iPad, que lê livros, funciona como um laptop e só falta fazer café, custa a partir de US$ 499.
O futuro desse mercado está nas mãos dos editores e livreiros, na diferença entre o preço da edição eletrônica e o da prateleira. O Joaquim Nabuco Essencial (Companhia das Letras), por exemplo, custa R$ 25,60 no papel e R$ 22,50 em bites. Com os parcos R$ 3,10 economizados no Nabuco eletrônico, o cidadão terá que comprar 241 livros para quitar sua tabuleta. Admitindo-se que compre dois títulos por mês, serão dez anos. Nos Estados Unidos, um cidadão compra uma tabuleta por cerca de US$ 150 e paga US$ 9,99 por um livro que custa US$ 15,37 no papel. Economiza US$ 5,38. Quita sua tabuleta na compra do 28º livro.
Se alguém quiser encontrar alguma coisa estranha em relação ao Governo de Volta Redonda, basta ler o “Volta Redonda em Destaque”, com um pouquinho mais de atenção e logo aparecem os gastos desnecessários, excessivos e difíceis de serem explicados. É um Governo extremamente vulnerável que não faz jus ao seu slogan, porque toma algumas decisões que contrariam frontalmente princípios morais e éticos e é de uma incompetência que não se justifica depois de mais de 13 anos aprendendo a administrar uma cidade.
"O presidente licenciado da Assembleia Legislativa Jorge Picciani (PMDB) ainda patina nas pesquisas eleitorais para o Senado. Está em quarto lugar, segundo os mais recentes levantamentos, atrás de Marcelo Crivella (PRB), Cesar Maia (DEM) e Lindberg (PT). Mas em um item está disparado na frente: faz a campanha mais vistosa. Em todo o estado, o que mais se vê é placa de Picciani."
Pitaco deste blogueiro:
Ver o presidente licenciado da Alerj patinando nas pesquisa é um alento de que nem tudo está perdido e que cariocas e fluminenses ainda têm dignidade na hora de votar.
O triste é saber que mesmo com grandes chances de sair derrotado, o em breve ex-deputado, continuará no comando. Afinal, em um ato de nepotismo eleitoral descarado Picciani provavelmente reelegerá seu filho Leonardo (deputado federal) e ainda introduzirá o outro Rafael (deputado estadual) na política. E se não bastasse, de quebra, ainda corremos o risco de vê-lo como Secretário de Estado caso Cabral se reeleja.
Se não bastasse todos o motivos para não reeleger cabral, ainda temos mais esse.
Quando li a nota "Imbatíveis", publicada no Diário do Vale de hoje pensei: "Ah, se as críticas fossem ao imbatíveis incompetes do governo Neto!" Afinal, é tudo PMDB, não é mesmo? A diferença está justamente na relação entre o governo Neto e o referido jornal. E não estamos falamos propriamente de profissionalismo.
Leiam a nota:
"A Assessoria de Comunicação do governo do estado, na gestão de Sérgio Cabral, é tão ruim, mas tão ruim, que chega a ser uma afronta gastar dinheiro público para pagar a tanta gente incompetente. "
Em Volta Redonda vive-se um ambiente de verdade absoluta, monólogo, em que uma única pessoa, o Prefeito Municipal (na foto), se arroga o dono da cidade, o dono da verdade e o senhor absoluto de todas as coisas. Se fosse possível, ele não teria Secretários, ele mesmo responderia por todas as Secretarias, Autarquias e Fundações, se bem que ele gosta também de mandar, dar ordens, impor a opinião dele e aí ele precisa de ter alguém para exercitar esse outro lado da sua personalidade.
Não há diálogo com ninguém. Secretários, Dirigentes de autarquias, fundações, sociedade de economia mista e empresa pública não têm autonomia para nada, a não ser para cumprir ordens e fazer o que ele manda. Não dialoga com os Sindicatos, não recebe nem discute pauta de reivindicações e por isso mesmo vive-se em um "silêncio ensurdecedor" que incomoda a todo mundo.
Mas esse quadro vai mudar bem antes do que ele pensa, porque "ninguém consegue enganar todos durante todo o tempo".
Uma das marcas mais fortes do Governo em Volta Redonda é a falta de respeito. Falta de respeito às leis; falta de respeito ao funcionalismo público; falta de respeito às Associações de Moradores; falta de respeito ao dinheiro do contribuinte; falta de respeito à mídia; falta de respeito às instituições da sociedade organizada; falta de respeito à democracia; falta de respeito à opinião dos outros; falta de respeito à população; falta de respeito aos adversários, enfim, o Prefeito se acha o dono do mundo e acha também que a cidade é a casa dele e de mais ninguém. Acha que pode fazer o que quiser, sem dar satisfação a nada e a ninguém.
Durante um rápido café no Sider Shopping, em Volta Redonda, um leitor deste blog soltou: Miguez, não entendo com um governo com tanta coisa errada pode estar a tanto tempo no poder sem ser questionado?
Simples. Quem sempre se disse oposição em Volta Redonda fez vista grossa, diz-se oposiãono calor eleitoral e depois silencia-se. Vide Cida Diogo e seu PT. Onde está a atuação política da deputada petista que apresentou-se em duas eleições como alternativa, mas seu partido está umbilicalmente ligado ao governo.
Ainda tem a imprensa. Essa funcionada quase como um órgão oficial do governo. Tanta lealdade assim, só tem um explicação: jornalistas muito "empenhados".